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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cibercultura: o que muda na Educação

TV Escola com o programa Salto para o Futuro traz essa semana a série "Cibercultura: o que muda na Educação". Vale a pena conferir e participar, para saber mais click aqui


A série visa analisar as mudanças que ocorrem e/ou poderão ocorrer nas práticas curriculares em conexão com a cibercultura. Ao longo dos programas, serão discutidas as práticas de Educação a Distância mediadas por tecnologias digitais em rede e pela produção cultural gerada por estas interfaces no ciberespaço e nas cidades. Estes são os três eixos temáticos propostos para a série: EAD - antes e depois da cibercultura; A pesquisa e a cibercultura como fundamentos para a docência online; O currículo multirreferencial: outros espaços-tempos para a educação online.
fonte: http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/  acesso 25/04/2011

Geração Y e as redes sociais



fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/geracao_y_e_o_mercado_de_trabalho

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Redes Sociais

A revista Nova escola traz um especial falando das três principais redes sociais na internet

Como funciona o Orkut?

NOVA ESCOLA prepara um guia com os principais recursos disponíveis no Orkut

 

Como funciona o Twitter?

NOVA ESCOLA explica o que é o Twitter, a rede social que reúne microblogs

Como funciona o Facebook?

NOVA ESCOLA explica quais são os principais recursos oferecidos pelo Facebook

 

 fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/lst_formacao-continuada.shtml  acesso 20/04/2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

O uso das redes sociais como método alternativo de ensino para jovens

Não é novidade que a geração Y utiliza-se das mídias digitais para se comunicar e também para estabelecer relações interpessoais. E por que não se aproveitar dessa característica dos jovens para fins pedagógicos? Quando as novas mídias adentram no ambiente formal de ensino, algumas mudanças são notórias. A primeira delas é justamente o fato de que o relacionamento entre professor e aluno dentro da sala de aula muda, pois, ambos podem compartilhar das mesmas informações de forma igualitária, fazendo com que, tanto o discente quanto o docente fazer uso do conteúdo da rede para adquirir mais conhecimento, ou seja, a comunicação horizontal e inteligência coletiva são parceiras no processo educacional. Com o advento da web 2.0 (também conhecida como computação social) ficou muito mais fácil compartilhar diversos tipos de conteúdo digital e assim a relação com o saber vem sendo reformulada.
Temos que aprender a dominar a máquina e o ciberespaço. Ensinar e aprender são fundamentais para que possamos usufruir da tecnologia

quarta-feira, 16 de março de 2011

Redes Sociais na Educação

Cenpec entrevista Margarita Gomez, autora do livro Educação em Rede Uma visão Emancipadora

Formada em Ciências da Educação na Argentina, mestre em Comunicação pela Universidade de São Paulo e doutora em Educação pela mesma instituição, Margarita Gomez é autora do livro "Educação em rede: uma visão emancipadora" (Cortez Editora).

Atualmente, é professora do mestrado em Educação na Universidade Vale do Rio Verde (Unincor/MG), onde desenvolve pesquisas na área de formação de professores, educação à distância e em rede.

Em entrevista ao Cenpec, Margarita fala sobre os benefícios do uso das redes sociais nas escolas, mas ressalva: "O fortalecimento da rede não basta se não for acompanhado pelo cuidado das pessoas, alunos e professores, e da vida em particular".


Redes sociais na Educação

Professor deve agregar valor à tecnologia, diz consultor de ensino

Luciana Alvarez - O Estado de S.Paulo


A caminho do Brasil para participar de um congresso sobre redes sociais aplicadas à educação, o consultor colombiano Diego Leal diz que o primeiro passo para que professores e escolas aproveitem melhor o potencial da tecnologia é reconhecer que o conhecimento não reside em apenas uma pessoa. O objetivo é, portanto, fortalecer cada um dos nós da rede. Mas Leal não acredita que essa nova estrutura ameace o papel do docente, que deve encontrar formas criativas de agregar valor às práticas tecnológicas dos seus alunos.